“— Você desistiria do amor?
— Depende.
— Do que?
— Do amor.
— O meu?
— Não.
— Então você não desistiria de mim?
— A pergunta não foi essa.
— Mas me responda.
— Pergunte de novo.
— Você desistiria do meu amor?
— Se o que você sente pudesse ser chamado de amor, não.
— …
— Mas eu te amo.
— Então me procure mais tarde, quando eu estiver disposta a acreditar.
— E até lá?
— Me conte quem você amará amanhã.”